domingo, 17 dezembro, 2017.
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Desaprovação de Robinson já supera a de Rosalba

A pesquisa Consult trouxe um dado histórico: pela primeira vez a desaprovação de um governador do Rio Grande do Norte chega a casa dos 85% de desaprovação. O recorde pertence a Robinson Faria (PSD).

A maior desaprovação pertencia a atual prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP). Ela chegou a 82%, numa sondagem do IBOPE, em agosto de 2014, dois meses antes da eleição daquele ano.

A quebra do recorde de rejeição administrativa era aguardada há algum tempo e já era possível perceber isso nas redes sociais.

O governo Robinson é marcado pelos atrasos salariais, aprofundamento da sensação de insegurança e uma crise administrativa que parece não ter fim.

O governador tem dito a interlocutores próximos que vai para a reeleição, mas o enredo da história parece repetir o de outros campeões de impopularidade como a própria Rosalba, Francisco José Junior e Micarla de Sousa.

Deste quarteto só a atual prefeita de Mossoró encontrou alguma sobrevida política graças ao eleitor mossoroense que decidiu lhe dar mais uma oportunidade em 2016.

AVALIAÇÃO DO GOVERNADOR ROBINSON FARIA

Aprova: 7,65

Desaprova: 85,24

Sem opinião formada: 7,12 

Do blog do Barreto (www.blogdobarreto.com.br)

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Prefeitura de Parnamirim antecipa o pagamento do 13º salário nesta sexta

O prefeito Rosano Taveira anunciou o pagamento da última parcela do 13º salário, para esta sexta-feira (15). Até o final do dia, os 5.685 servidores receberão o décimo em suas contas, valor que corresponde ao montante de R$ 7,4 milhões.

“Parnamirim se destacou ao longo do ano por ter honrado seu compromisso com o pagamento em dia da folha salarial, e agora, do benefício do décimo terceiro salário, graças a um provisionamento feito desde o início deste ano, que nos permitiu antecipar o pagamento de 40% do 13º salário em julho passado”, encerrou Rosano Taveira.

De acordo com o prefeito de Parnamirim, apesar de todas as dificuldades e crise financeira, o município tem priorizado o cuidado com seu funcionalismo, garantindo os pagamentos em dia dos servidores.

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Operação Silêncio visa coibir poluição sonora no veraneio

Para coibir barulho em excesso e tomar providências diante de casos de poluição sonora durante o veraneio na região metropolitana de Natal, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado (Sesed) e a Companhia Independente de Proteção Ambiental da Polícia Militar (Cipam) traçaram estratégias de atuação para a operação Silêncio.
Em reunião ocorrida nesta semana, os representantes das instituições acordaram a possibilidade de a Polícia Militar lavrar o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) no local da infração, enquanto as Secretarias de Meio Ambiente Municipais deverão ficar  responsáveis pela guarda dos equipamentos de sons que venham a ser apreendidos.
O Ministério Público participou da reunião com representantes da 28ª Promotoria de Justiça da Comarca de Natal, da 10ª Promotoria de Justiça da Comarca de Parnamirim, da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Ceará-Mirim, da Promotoria de Justiça da Comarca de São José de Mipibu e do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente (Caop-MA).
Ligue 190
Qualquer cidadão que se sentir incomodado com o barulho em um local próximo de sua residência, pode ligar para o 190, que uma viatura será deslocada até a região para averiguar a denúncia. Se for constatado que a ação de emissão de ruídos desrespeita o que preconizam leis estadual e federal –  volumes superiores a 55 decibéis em área residencial durante o dia, e de 50 decibéis em área residencial durante a noite – ocorrerá a apreensão do equipamento e a lavratura do TCO.
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Melão potiguar deve ganhar a China já no começo de 2018

O Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (Coex) junto ao Departamento de Defesa Vegetal do Ministério da Agricultura (Mapa) estão na fase final de análise de risco de pragas solicitada pelo governo chinês para abertura das exportações para aquele país. O presidente da Coex, Luiz Roberto Barcelos, acredita que em mais 60 dias os trâmites estejam concluídos para o início dos primeiros embarques.

O melão produzido no Rio Grande do Norte abastece o mercado brasileiro durante o ano todo, mas é no período da safra, que dura oito meses, que o mercado internacional consome mais a fruta potiguar. A partir de agosto, mais da metade da produção do estado ganha os países da Europa, como Inglaterra e Espanha.

Uma pesquisa feita recentemente pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) mostra que 45% dos chineses têm como hábito consumir melão e melancia regularmente. Trata-se de um mercado de 2,5 bilhões de pessoas.

Das 250 mil toneladas que o Brasil exporta de melão, 50 mil devem abastecer exclusivamente o mercado chinês. Isso representa por baixo US$ 50 milhões/ano no começo das operações. Das 250 mil toneladas da fruta exportadas anualmente pelo país à Europa, 60% saem do porto de Natal, que já está no limite de sua capacidade operacional. Quando começarem as partidas para o mercado chinês, isso deve acontecer pelo porto de Pecem, no Ceará.

Com a exportação regular de melão para a China, o Rio Grande do Norte, que já é a maior produtor do país, deve dobrar. A fruta ocupa o primeiro lugar na pauta de exportações do estado, com 117,6 mil toneladas enviadas nos dez primeiros meses do ano, o equivalente a US$ 77,5 milhões. A expectativa é que o volume exportado dobre a partir da inserção no comércio chinês.

Os principais destinos do melão brasileiro são os Países Baixos (Holanda), com 33%, Reino Unido (32%), Espanha (27%) e Itália (2,7%). O produto também chega aos Emirados Árabes, além de países da América do Norte e da América Latina.

A produção frutífera é escoada principalmente pelos portos de Natal e do Ceará. Segundo Barcelos, a estrutura portuária ainda é um dos gargalos do setor. Ao deixaram o estado nos navios, as frutas levam cerca de 10 dias para chegarem aos destinos europeus.

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Capitais perdem participação no PIB do país e Natal fica em 17º posição

Em 2015, o Rio Grande do Norte ficou em 17º lugar entre as 26 capitais que mais contribuíram para o Produto Interno Bruto (PIB), segundo divulgou nesta sexta-feira, 15, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. No Brasil, 25 municípios concentram 37,7% de participação no PIB nacional.

No sentido contrário 5.545 repartem os 62,3% restantes. Este grupo dos 25 maiores PIB representam apenas 23,5% da população. Os municípios de Cruzeta (RN) e Itatiaiuçu (MG) apresentaram recuo de participação em função dos preços do minério de ferro. Em Estrela do Sul (MG), o fraco desempenho da silvicultura foi responsável pela queda na participação do município.

A desaceleração no setor de instalação de máquinas e equipamentos também influenciou negativamente o município de Bodó (RN). Em Barra do Rocha (BA), a retração na atividade de Construção foi a responsável pela redução da participação econômica. Como não poderia deixar de ser, São Paulo ocupou a primeira posição e Palmas, no Tocantins, ficou em último lugar.

Florianópolis (SC) foi a única capital a não ocupar a primeira posição no ranking do PIB municipal em seu estado, sendo precedida por Joinville, que faz parte do polo metal mecânico catarinense, e por Itajaí, que se destaca nas atividades portuária, industrial e de outros serviços.

Concentração

Em 2015, sete municípios (todos capitais) concentravam cerca de 25,0% do PIB do país e abrigavam 14,3% da população. Desses sete municípios, os cinco primeiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba) mantêm a mesma posição no ranking na série 2010 a 2015.

Dentre os 25 maiores PIB de fora da região Sudeste, todos são capitais. Manaus e Belém, região Norte, Salvador, Fortaleza e Recife região Nordeste, Curitiba e Porto Alegre da região sul e Brasília e Goiânia da região Centro-Oeste. De 2002 a 2015, em 20 dos 26 estados brasileiros o PIB das capitais perdeu participação no PIB nacional.

Em 2002, 36,1% do PIB brasileiro era proveniente das capitais dos estados, valor que em 2015 passou para 33,1%, representando uma perda de 2,9 pontos percentuais.

Municípios avançam

Ao contrário, os municípios fora das capitais eram responsáveis por 63,9% do PIB e passaram a contribuir com 66,9%, um avanço de 2,9 pontos percentuais no mesmo período.

De 2002 até 2014, a queda de participação das capitais é um pouco maior: 3,2 pontos. Em 2015, os 1.353 municípios do país com os menores PIB responderam por aproximadamente 1,0% do PIB nacional e concentraram 3,2% da população.

Nessa faixa, estavam 73,2% dos municípios do Piauí, 59,6% dos municípios da Paraíba, 51,8% dos municípios do Tocantins e 48,5% dos municípios do Rio Grande do Norte.

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