Investigado na Anarriê pode ter impedido MCJ de receber recursos federais

A presença do camarote particular na Estação das Artes, organizado por uma empresa com envolvimento na Operação Anarriê, pode ter sido o motivo para Mossoró não ter recebido recursos do Ministério do Turismo para a realização do Mossoró Cidade Junina, conforme havia sido anunciado pela prefeita Rosalba Ciarlini.
Uma das regras para que o evento receba dinheiro do Ministério é que seja totalmente gratuito. No entanto, uma área privilegiada da Estação das Artes é direcionada, sem licitação, para a exploração desta empresa, que cobra valores exorbitantes para que os mossoroenses ou turistas aproveitem “o melhor espaço do Mossoró Cidade Junina”.

O favorecimento desta empresa pela administração Rosalba Ciarlini vem de gestões passadas e se repete neste ano, a ponto da prefeita chegar a depredar o patrimônio histórico de Mossoró somente para que o referido camarote seja beneficiado com o aumento do percurso do Pingo da Mei Dia, para que o trio passe por dentro da Estação das Artes, em frente ao camarote.

Para o Pingo, outras estruturas particulares foram colocados ao longo da Avenida Rio Branco. Esses camarotes de menor porte também estão explorando comercialmente os espaços, apesar da prefeita ter anunciado que todos os camarotes ficariam na Estação das Artes, liberando o espaço para o público.

Outra questão que gera desconfiança na população são os critérios para concessão das licenças para a instalação desses espaços, valores pagos, capacidade, fiscalização, entre outros.

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