Greve na UERN é praticamente irreversível

Não houve avanço na audiência entre o Governo do Estado e representantes da UERN, realizada na manhã desta sexta-feira, 25, o que colabora para que o clima de insatisfação entre professores e demais servidores da instituição leve a mais uma greve na Universidade.

Os principais pontos de reivindicação são o pagamento do salário em dia e a reposição das perdas salariais em 7,64%, no entanto, os secretários de Robinson não apresentaram nenhuma perspectiva de atender o pleito e evitar a greve.

Apesar da reitoria demonstrar a legalidade da garantia do reajuste, e o sindicato dos professores apresentarem a gravidade da situação, a secretária de educação Cláudia Santa Rosa demonstrou clara má vontade e indisposição de assumir a UERN como parte da Secretaria de Educação. Os professores cobram que assim como os professores da educação básica, os docentes da Uern recebam seus salários no início do escalonamento.

A presidente eleita do sindicato, Rivania Moura, fez ampla defesa da legitimidade das reivindicações e reclamou da ausência de planejamento e projeções do Estado quanto aos atrasos salariais.

Segundo o secretário de planejamento Gustavo Nogueira  o pagamento de salários em dia só voltará a acontecer mediante a liberação do fundo previdenciário e ao empréstimo.

A assembleia dos professores acontece na próxima sexta-feira, 1.

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