terça-feira, 24 Abril, 2018.

Arquivos Mensais: Janeiro 2018

MPRN recomenda anulação de processo seletivo para contratação de professores em Assu

A Prefeitura de Assu, município da região Central potiguar, deve anular o edital para contratação temporária de professores para rede municipal de ensino. O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou que a Prefeitura anule imediatamente o processo seletivo simplificado e reformule o edital, excluindo dele a fase de entrevista, haja vista a ausência de requisitos objetivos, precisos e claros.

Caso opte pela manutenção da fase de entrevista, a Prefeitura deve empregá-la não como uma avaliação autônoma, na qual elimina ou classifica os candidatos, mas sim, como pedido de esclarecimentos restritivo aos aspectos apresentados no currículo, se abstendo, assim, de utilizar critérios subjetivos na aferição da pontuação dos candidatos.

A atuação do Ministério Público partiu de denúncias sobre o Processo Seletivo Simplificado nº 001/2018, que objetiva a contratação temporária de professores para rede municipal de ensino. Dentre as irregularidades apontadas, destaca-se a subjetividade de uma das fases do certame, qual seja: a entrevista, na medida em que não se revestiu de critérios claros e objetivos previamente divulgados no instrumento convocatório, que permitissem amplo controle da atividade dos examinadores.

Em resposta aos questionamentos do MPRN, a secretária de Educação de Assu apresentou roteiro de entrevista semiestruturada para o processo seletivo, com questionamentos de cunho abstrato, além de não informar qual seria, de fato, o espelho de resposta correto, que na verdade contem mais de uma opção correta, o que denota a subjetividade na aferição da nota cabível para cada questão.

No edital, há previsão apenas quanto ao horário da realização das entrevistas, afirmando que a análise se daria por 5 questões, com pontuação de 2,0 a 10,0 pontos, pontuação esta decisiva para classificação dos candidatos, sem qualquer objetividade quanto ao teor das questões, ou mesmo a pontuação específica de cada uma delas, impossibilitando a preparação prévia dos candidatos e afrontando o princípio da publicidade.

professores

Lula tem 37%, Bolsonaro 16%, Marina 8% e Alckmin 6%, diz pesquisa do Datafolha

Após ter a condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve os índices de intenção de voto na corrida presidencial que tinha em dezembro, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na madrugada desta quarta-feira, 31, pelo jornal Folha de S.Paulo.

O petista lidera os cinco cenários em que é incluído, com 34% a 37% da preferência do eleitorado – mesma faixa do levantamento de dezembro. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) vem em segundo lugar, com 15% a 18% das intenções de voto – no mês passado, o parlamentar tinha entre 17% e 18%. A pesquisa foi feita na segunda-feira, 29, e na terça-feira, 30 – após, portanto, o julgamento no TRF-4, que ocorreu na quarta-feira, 24, e que pode tirar Lula da disputa por causa da Lei da Ficha Limpa.

Nos cinco cenários que incluem Lula, o terceiro lugar apresenta empate técnico. Na primeira simulação, Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) têm 7% e Joaquim Barbosa (sem partido), 5%. No segundo cenário, Alckmin e Ciro mantêm os 7%, e Alvaro Dias (Podemos) tem 4%.

Na terceira simulação, Marina Silva (Rede) aparece com 8% e Luciano Huck (sem partido) tem 6% – mesmo porcentual de Alckmin e Ciro. Numa quarta hipótese, Marina tem 10%, Ciro, 7%, Dias, 4%, e João Doria (PSDB), 4%.

Um quinto cenário apresenta Marina com 7%, Alckmin e Ciro com 6%, Huck com 5%, Barbosa e Dias com 3% – neste caso, o presidente Michel Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ficam com 1% cada. No segundo turno, Lula venceria Alckmin (49% a 30%) e Marina (47% a 32%) e Bolsonaro (49% a 32%).

Entre os nove cenários traçados pelo levantamento, há um em que aparecem quase todos os pré-candidatos – exceto Doria e Barbosa – cujas posições são: Lula com 16%, Marina 8%, Huck com 6%, Alckmin 6%, Ciro 6%, Dias 3%, e Collor, Manuela D’Avila (PCdoB), Meirelles, João Amoêdo (Partido Novo) e Paulo Rabello de Castro (PSC) dividem a lanterna com 1%.

CENÁRIO SEM LULA

Quando o ex-presidente é retirado dos cenários da pesquisa, Bolsonaro surge como líder absoluto. Nas quatro simulações desse tipo, o parlamentar aparece com 18% a 20% da preferência do eleitorado. Em dezembro, Bolsonaro somava entre 21% e 22% nos cenários sem o petista.

Na ausência de Lula, os ex-ministros Ciro e Marina aparecem na segunda colocação em dois cenários cada um. Ciro soma entre 10% e 13% das intenções de voto – em dezembro, tinha entre 12% e 13%. Já Marina foi testada apenas em dois cenários sem Lula, nos quais aparece com 13% e 16% – em dezembro, tinha 16% e 17%.

Nos três cenários em que é testado, Alckmin aparece com 8% a 11% das intenções de voto. Luciano Huck (sem partido) tem 8% no cenário em que foi incluído. Alvaro Dias tem entre 5% e 6%. Doria e Joaquim Barbosa (sem partido) foram incluídos em apenas uma simulação cada, na qual aparecem com 5% dos votos.

O ex-ministro e ex-governador Jaques Wagner (PT-BA), um dos substitutos de Lula cotados para a corrida presidencial, caso o ex-presidente fique inelegível, aparece com 2% dos votos em dois cenários. Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro perde para Marina (42% a 32%) e empata tecnicamente com Alckmin (35% a 33%).

Do Estadão

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Governo Temer tem aprovação de 6% e reprovação de 70%, diz Datafolha

Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quarta-feira (31) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):

  • Ruim/péssimo: 70%
  • Regular: 22%
  • Ótimo/bom: 6%
  • Não sabe: 2%

O Datafolha fez 2.826 entrevistas entre 29 e 30 de janeiro, em 174 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

O nível de confiança da pesquisa, segundo o Datafolha, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos percentuais, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Na última pesquisa Datafolha sobre a aprovação do governo, realizada em novembro de 2017, 71% avaliaram como ruim/péssimo; 23% como regular; 5% como ótimo/bom e 1% não soube responder.

Notas

O Datafolha pediu para os entrevistados atribuírem uma nota de zero a dez para o governo Temer. 43% deram nota zero; 14% deram nota cinco e 8% deram nota dois.

A média, segundo o instituto, foi de 2,6. Em julho de 2016, dois meses depois de ter assumido a presidência, a média das notas atribuídas a Temer era 4,5, de acordo com o Datafolha.

Por G1, Brasília697855-970x600-1

Bancos de Mossoró mudam horário de funcionamento a partir de fevereiro

Os bancos de Mossoró vão mudar seu horário tradicional de funcionamento e continuar atendendo o público diariamente das 10h às 15h, a partir do dia 18 de fevereiro. O funcionamento já está acontecendo nesse período por causa do horário de verão, mas na maior parte do ano, o expediente começava normalmente às 11h e seguia até às 16h.

A informação foi confirmada pelos gerentes bancários durante reunião com a Câmara de Dirigentes Logistas (CDL) do município, nesta terça-feira (30). De acordo com eles, a medida cumpre adequação determinada pelo Banco Central do Brasil, através de uma resolução que assegura horário mínimo de expediente para o público de cinco horas diárias e ininterruptas, com atendimento obrigatório no período das 12:00 às 15:00, conforme horário de Brasília.

Dessa forma, mesmo com o término do horário de verão, as agências vão abrir às 10h e permanecerão abertas até às 15h, horário de fechamento. Para os bancos, a mudança não acarretará em nenhum tipo de desconforto aos clientes, pois, segundo eles, os usuários já estão adaptados ao novo horário em virtude de ser o mesmo praticado desde o final do ano passado.

Segundo a CDL, o novo horário será observado pela entidade no decorrer de sua execução com objetivo de poder, posteriormente, avaliar o comportamento do comércio acerca da mudança, a longo prazo.

“Esclarecemos, ainda, que a opção por realizar o atendimento bancário no intervalo de 10h às 15h também considerou a necessidade de garantir melhor condição de segurança aos nossos clientes e funcionários, evitando grande fluxo de pessoas em horário de menor movimentação no centro da cidade”, explicou o gerente geral da Caixa, Julierme Torres.

Por G1 RN – Foto: CDL Mossoró/Divulgação

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Servidores jogam ovos e derrubam grades durante protesto contra votação de pacote fiscal no RN

Servidores do Rio Grande do Norte derrubaram grades que cercavam o prédio da Assembleia Legislativa durante a manhã desta quarta-feira (31) e jogaram ovos contra policiais militares que garantiram a entrada de deputados e funcionários da Casa. Eles são contra a aprovação do pacote “RN Urgente”, enviado pelo governo.

Nesta terça-feira (30), a sessão que votaria cinco projetos do governo estadual foi adiada porque parlamentares e servidores foram impedidos de entrar no Palácio José Augusto, sede do Legislativo.

Nesta quarta (31), a sessão começou por volta das 11h10, com a presença de 22 deputados.

Ainda não se sabe quantos servidores, entre os manifestantes, poderão entrar na Casa para acompanhar a sessão.

Estão na pauta:

  • Mensagem nº 189, que extingue adicionais por tempo de serviço no âmbito da Administração Direta, Indireta e Fundacional do Estado;
  • Mensagem nº 184, que dispõe sobre o pagamento de diária operacional no Sistema Estadual de Segurança Pública;
  • Mensagem nº 183, que reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Estado e reorganiza o IPERN;
  • Mensagem nº 050, que institui o Regime de Previdência Complementar para servidores estaduais efetivos.
  • Os deputados também devem votar o projeto que cria um abono de 12,43% do décimo terceiro que será pago aos servidores.

A votação acontece durante convocação extraordinária do Legislativo. No dia 2 de fevereiro, próxima sexta-feira, os trabalhos voltam à normalidade na Assembleia, o que, em tese, retardaria a votação do pacote em razão de os projetos perderem o caráter de exclusividade por parte dos parlamentares.

governo tem urgência na aprovação do pacote antes que o prazo da convocação extraordinária acabe.

Por G1 RN – Foto: Reprodução

protesto

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