sexta-feira, 25 Maio, 2018.
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Rio Grande do Norte foi o estado com menos divórcios em 2015

Segundo dados divulgados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Rio Grande do Norte foi o estado brasileiro que registrou o menor número de divórcios em 2015. A cada mil habitantes foi contabilizado um divórcio.

Segundo o estudo. o número de divórcios no País caiu 3,6% em 2015, em relação ao ano anterior. A pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2015 registrou 328.960 divórcios concedidos em primeira instância ou por escrituras extrajudiciais no ano passado. Em 2014, foram 341.181.

O estado com maior taxa de separações foi Roraima, onde, a cada mil habitantes, houve 3,78 divórcios. A pesquisa revelou ainda que, em média, na data do divórcio, o homem se divorcia mais velho que a mulher. O homem tem, em média, 43 anos enquanto a mulher tem 40 anos.

Fidel Castro morre aos 90 anos

GNews - Fidel Castro (Foto: Reprodução/GloboNews

O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, morreu à 1h29 (hora de Brasília) deste sábado (26), aos 90 anos, na capital Havana. A informação foi divulgada pelo seu irmão Raúl Castro em pronunciamento na TV estatal cubana.
“Com profunda dor compareço para informar ao nosso povo, aos amigos da nossa América e do mundo que hoje, 25 de novembro do 2016, às 22h29, faleceu o comandante da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz”, disse Raúl Castro.
O corpo de Fidel será cremado e suas cinzas enterradas em 4 de dezembro, na cidade de Santiago de Cuba, após percorrerem o país numa caravana de 4 dias. Cuba declarou 9 dias de luto oficial pela morte de Fidel Castro.

Rendimento do trabalhador cai no Brasil em 2015 diz IBGE

O rendimento médio mensal real de todos os trabalhos das pessoas de 15 anos ou mais de idade ocupadas e com rendimento de trabalho, em 2015, foi estimado em R$ 1.853, valor 5,0% inferior ao de 2014 (R$ 1.950). Isso ocorreu em todas as grandes regiões, sendo a maior queda na região Norte (-7,2%, passando de R$ 1.565 para R$ 1.453).

O rendimento médio real de todos os trabalhos cresceu em cinco das 27 unidades da federação, sendo a maior alta no Rio Grande do Norte, 4,3% (de R$ 1.320 para R$ 1.376). Os demais estados apresentaram queda, sendo a maior redução no Amazonas, -15,7% (de R$ 1.728 para R$ 1.457).

As maiores médias do rendimento mensal real de todos os trabalhos em 2015 foram registradas no Distrito Federal (R$ 3.553), em São Paulo (R$ 2.266) e Rio de Janeiro (R$ 2.212), enquanto que o Maranhão (R$ 1.106), Sergipe (R$ 1.112) e o Piauí (R$ 1.127) apresentaram os menores valores

Taxa de analfabetismo cai de 11,5% para 8% nos governos Lula e Dilma

 

Em 2015, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade foi estimada em 8,0% (12,9 milhões de analfabetos), uma queda de 0,3 ponto percentual em relação a 2014 (8,3% ou 13,7 milhões de pessoas). Em 2004, a taxa de analfabetismo foi de 11,5% (15,3 milhões). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, 25.

A região Nordeste apresentou percentuais superiores as das demais regiões em todos os anos analisados, mas também foi a que apresentou a maior redução, passando de 22,4%, em 2004, para 16,2%, em 2015. As menores taxas continuaram a ser as das regiões Sul (4,1%) e Sudeste (4,3%).

A taxa de analfabetismo mostrou aumento à medida que a idade avança, atingindo 22,3% para as pessoas de 60 anos ou mais em 2015. Para o grupo de 15 a 19 anos de idade não atingia 1,0%. Entre homens e mulheres, a taxa foi de 8,3% e 7,7% respectivamente.
A taxa de analfabetismo funcional (proporção de pessoas de 15 anos ou mais de idade com menos de quatro anos de estudo em relação ao total de pessoas do mesmo recorte etário) passou de 17,6% (2014) para 17,1% (2015). A região Nordeste manteve-se com o percentual mais alto (26,6%), enquanto o sudeste (12,4%) e o Sul (13,4%) apresentaram os indicadores mais baixos.

Em 2015, 52,0% da população de 25 anos ou mais de idade estava concentrada nos níveis
e instrução até o ensino fundamental completo ou equivalente; 26,4% tinham o ensino médio completo e 13,5% o superior completo. Em 2014, os percentuais eram de 53,1%,
25,5% e 13,1%, respectivamente.

O número médio de anos de estudo para o Brasil era de 7,8 anos em 2015, frente a 7,7 em
2014. A região Sudeste apresentava a maior média (8,5 anos), enquanto as regiões Nordeste e Norte registraram as menores médias (6,7 e 7,3 anos, respectivamente). As mulheres apresentaram número médio de anos de estudo maiores que os homens para Brasil (8,0 e 7,6, respectivamente)

População do RN passa dos 3,4 milhões de habitantes

Em apenas um ano, a população do Rio Grande do Norte cresceu em 33 mil pessoas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/2015). Agora, a população do Estado é de 3.450.000 habitantes.

Os números mostram ainda que houve aumento na expectativa de vida da população com incremento no número de idosos – pessoas com 60 anos ou mais. Segundo o PNAD, o número de idosos disparou em comparação com 2001. São 255 mil novos idosos desde então, o que dá ao RN uma população de 437 mil jovens da terceira idade.

A população de 0-4 anos em 2015 era 227.000 crianças, inferior em 56.000 número de crianças em relação a 2001 (283.000), devido à queda na taxa de fecundidade.

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